terça-feira, 14 de maio de 2013

         lixo urbano


                    

 Um dos principais problemas ambientais da atualidade é a grande produção de lixo, pois esse processo tem como consequência a liberação de gases que promovem o efeito estufa e a poluição das águas subterrâneas e superficiais. Esse fenômeno é uma das consequências do aumento populacional nas cidades, da intensificação do modelo consumista, do uso de produtos descartáveis, além do modismo, pois existe uma “necessidade” de se adquirir objetos mais modernos.

O lixo é também um problema socioeconômico, visto que grandes quantias de dinheiro são destinadas à coleta e tratamento do lixo urbano. No aspecto social, vários indivíduos são afetados pela concentração de lixo nas cidades, que causam proliferação de insetos, transmissão de doenças, poluição visual, entupimento de bueiros, entre outros.
As origens do lixo urbano são as mais distintas, e ele é classificado em:
Domiciliar: alimentos, papéis, plásticos, vidros, papelão, produtos deteriorados, etc.
Industrial: cinzas, lodos, metais, cerâmicas, madeira, borracha, resíduos alcalinos, etc.
Hospitalar: embalagens, seringas, agulhas, curativos, gazes, ataduras, peças atômicas.
Lixo tecnológico: computadores, pilhas e aparelhos eletrônicos em geral.
A coleta do lixo deve ocorrer de acordo com a sua classificação, pois os tratamentos finais desses resíduos são diferentes. O lixo hospitalar, por exemplo, tem que ser incinerado, queimado em forno de micro-ondas ou tratado em autoclave. Porém, não é o que acontece na maioria das cidades.
A falta de estrutura e empenho dos políticos em solucionar o problema do lixo tem como consequência a existência de lixões a céu aberto em várias cidades. O destino adequado para o lixo urbano é o aterro sanitário, construído em áreas adequadas, com profissionais qualificados e estrutura para o tratamento dos gases e do chorume. Outra alternativa é a incineração dos resíduos, no entanto, esse método é muito caro, sendo inviável em muitos casos.
O mais importante, porém, é a conscientização da população, e isso pode ser promovido através da utilização da Política dos 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. A coleta seletiva é uma das alternativas mais eficientes para reduzir o lixo, além de ser uma forma de contribuir para os catadores de materiais recicláveis. Portanto, através de simples atitudes e mudanças de comportamento todos os habitantes podem colaborar para reduzir a produção de lixo

fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/lixo-urbano.htm

terça-feira, 16 de abril de 2013

 Ecologia

  Definição e objeto de estudo  
Ecologia é uma ciência (ramo da Biologia) que estuda os seres vivos e suas interações com o meio ambiente onde vivem. É uma palavra que deriva do grego, onde “oikos” significa casa e “logos” significa estudo.

A Ecologia também se encarrega de estudar a abundância e distribuição dos seres vivos no planeta Terra.

Importância 
Esta ciência é de extrema importância, pois os resultados de seus estudos fornecem dados que revelam se os animais e os ecossistemas estão em perfeita harmonia. Numa época em que o desmatamento e a extinção de várias espécies estão em andamento, o trabalho dos ecologistas é de extrema importância.

Através das informações geradas pelos estudos da Ecologia, o homem pode planejar ações que evitem a destruição da natureza, possibilitando um futuro melhor para a humanidade.
Principais ramos 
Por se tratar de uma ciência ampla, a Ecologia apresenta vários ramos de estudo e pesquisa. Os principais são: Autoecologia, Sinecologia (Ecologia Comunitária), Demoecologia (Dinâmica das Populações), Macroecologia, Ecofisiologia (Ecologia Ambiental) e Agroecologia.
Você sabia?
- Comemora-se em 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.
extaido da fonte: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/ecologia.htm

video:'"vamos cuidar do meio ambiente"

sexta-feira, 12 de abril de 2013


Mutação genética faz porco nascer com duas faces na China

    Animal nasceu com três olhos e cientistas não sabem a razão do caso raro.

Outros 12 porquinhos da ninhada não têm mutação aparente.


 Um porco nasceu na China com uma mutação genética que fez com que ele tivesse duas faces. O caso, no entanto, é ainda mais raro porque, embora o animal tenha dois focinhos, ele apresenta três olhos e sua cabeça, na verdade, é uma só, com duas orelhas como qualquer porco comum.
Cientistas afirmaram que o fenômeno é consequência de uma mutação genética e que não tem relação com a carga hereditária que o porco recebe dos pais. O que eles não sabem explicar, no entanto, é a causa dessa mutação.
O porco nasceu em uma fazenda na província de Jiujiang, no leste da China. Na mesma ninhada, outros 12 porquinhos nasceram sem nenhuma mutação aparente.
            De olho na noticia -Governo Flexibiliza uso de agrotóxicos nocivos a abelha



 Após pressão dos setores rurais, que reclamaram da falta de tempo para adequação às novas regras  que proibiam a pulverização aérea de agrotóxicos que contenham as substâncias Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil, o Ibama e o Ministério da Agricultura flexibilizaram a norma, criando regras especiais para as culturas de soja, trigo, arroz, algodão e cana-de-açúcar. Pelas novas regras, publicadas no Diário Oficial na última sexta-feira (4), será permitida a pulverização essas culturas até o final da reavaliação ambiental feita pelo Ibama.
 
 A reavaliação dos agrotóxicos não tem data para terminar. Com exceção da safra 2012/13 do algodão, as outras  culturas não poderão aplicar os agrotóxicos durante a floração. 
 
 Além disso, há regras que deverão ser seguidas pelos produtores na aplicação aérea desses agrotóxicos à base de Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil. Por exemplo, para promover as pulverizações aéreas, os produtores deverão notificar os apicultores próximos − localizados em um raio de 6 km das propriedades onde os produtos serão aplicados ─ com antecedência mínima de 48 horas. 
 
 O Ibama havia proibido a aplicação aérea das 4 substâncias em qualquer tipo de cultura por causa do risco desses defensivos às abelhas. A redução na quantidade das abelhas, conhecida como Desordem de Colapso da Colônia (em inglês, de Colony Collapse Disorder - CCD), preocupa governos, cientistas e produtores rurais, 
pois tem efeito direto na produção dos alimentos: as abelhas são responsáveis por pelo menos 73% da polinização das plantas, segundo estudo da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), publicado em 2004.
 
 As restrições impostas pelo Ibama seguiram as diretrizes de políticas públicas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) voltadas para a proteção de polinizadores. A norma, publicada pela primeira vez em julho de 2012, foi flexibilizada 2 vezes e em outubro de 2012, o prazo para a adequação foi para o dia 30 de julho de 2013. 

 A comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados 
chegou a convocar os ministros Mendes Ribeiro, da Agricultura, Gleise Hoffman, da Casa Civil e Isabella Teixeira, do Meio Ambiente, para esclarecer a proibição do uso das substâncias via pulverização aérea. Segundo o autor do requerimento, deputado Homero Pereira (PSD/MT), a proibição trará impactos econômicos ao Brasil e “não há estudos que correlacionem o uso de inseticidas via pulverização aérea,  com a mortalidade de abelhas nos ecossistemas brasileiros e a proibição do uso de clotianidina, imidacloprido e tiametoxam via pulverização aérea”.
 
Os ministros não precisaram ser ouvidos. O Ministério do Agricultura e o Ibama revogaram a norma até a reavaliação ambiental dos agrotóxicos à base de Imidacloprido, Tiametoxam, Clotianidina e Fipronil. 

 Segundo Álvaro Ávila, coordenador geral de agrotóxicos do  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, como as culturas de soja, trigo, arroz, algodão e cana-de-açúcar não tem um agrotóxico que substitua os que sofreram restrições, coube ao Ministério da Agricultura costurar uma nova norma com o Ibama que não proibisse a aplicação dos produtos. “Para as outras culturas vale o que está escrito no rótulo do produto, já que são culturas menores, que normalmente não usam aplicação aérea”, explica Ávila.